Google Analytics – Agora Real Time

14 10 2011

Característica das melhores ferramentas de web analytics do mundo, agora a versão gratuita do Google Analytics encorpora também o monitoramento real time do tráfego dos sites.

Google Analytics - Real Time

Google Analytics - Real Time

 

Este acompanhamento permite, entre várias outras ações, monitorar o reflexo imediato de uma ação de redes sociais, por exemplo. Acompanhar o caminho do tráfego após um disparo de e-mail marketing, e organizar durante o dia ações complementares àquelas que obtiveram melhor resultado.

O Google Analytics está lançando também uma versão paga (mais detalhes nas próximas semanas), e nesta, possívelmente o Real Time terá acompanhamento de conversão. Na versão open da ferramenta, disponível atualmente, infeluzmente não existe avaliação de conversões por origem ou por ação no monitoramento em tempo real.

Para solicitar ao Google a liberação do acesso ao Google Analytics Real Time, basta preencher os dados solicitados na seguinte URL:

Para visualizar o relatório, na versão mais atual do Analytics, estando dentro de um perfil, clicar em Página Inicial e em seguida Real Time (Beta).

Importante: a liberação do Real Time é concedida em nível de login, e não está atrelado as contas monitoradas. Uma vez liberado o Real Time para sua conta de e-mail do Google Analytics, todos os clientes monitorados por essa conta terão o Real Time ativo, com exceção de sites que usam a versão antiga do código do Google Analytics. Neste caso, o GA aponta um erro ao tentar monitorar em tempo real.





Google Analytics monitora tempo de carregamento das páginas

12 05 2011

O conceito de negócio do Google, voltado a relevância e qualidade dos resultados de busca apresentados ao usuário, considera cada vez mais a disponibilidade e velocidade de carregamento das páginas para rankear os resultados de busca.

Com o crescimento do mercado em ações de SEO, equalizando a qualidade técnica (principalmente) dos e-commerces, o que antes eram pequenos diferenciais, passa a ter uma importância maior, pois são estes os fatores que diferenciam a qualidade dos sites. Execução de projetos de link building, e geração de conteúdo próprio, de qualidade, e otimizado são alguns. O tempo de carregamento das páginas do site também, e ganha cada dia mais importância, tanto para o Google, quanto para o usuário.

Com a simples inclusão de uma linha no código do GA, é possível monitorar o tempo de carregamento de cada página do site, gerando a possibilidade de otimizar esse indicador que tem ganhado mais significado para o Google.

A análise dessa métrica permite rankear de forma clara as páginas com pior performance no site, indicando as prioridades de atuação na melhoria de desempenho. Mas se por um acaso – vai entender porque – o posicionamento do seu site nas ferramentas de busca não é o mais importante para você, esta métrica pode ser cruzada com dados de funil de compras, tempo de permanência no site e taxa de rejeição, possibilitando também a análise do impacto do tempo de carregamento das páginas na conversão do seu e-commerce.

O monitoramento está disponível para visualização apenas na nova interface do Google Analytics (no antigo não existe exibição desta métrica) e para ser visualizada, é necessário aplicar uma alteração no script padrão do GA, com a inclusão da linha abaixo:

_gaq.push(['_trackPageLoadTime']);

Conforme post do Alberto Valle no site http://www.cursodeecommerce.com.br, o código ficaria da seguinte maneira:

<script type=”text/javascript”>
var _gaq = _gaq || [];
_gaq.push(['_setAccount', 'UA-XXXXX-X']);
_gaq.push(['_trackPageview']);
_gaq.push(['_trackPageLoadTime']);
(function() {

var ga = document.createElement(‘script’); ga.type = ‘text/javascript’; ga.async = true;
ga.src = (‘https:’ == document.location.protocol ? ‘https://ssl’ : ‘http://www’) + ‘.google-analytics.com/ga.js’;
var s = document.getElementsByTagName(‘script’)[0]; s.parentNode.insertBefore(ga, s);
})();
</script>

Para visualizar a nova métrica basta acessar o menu Conteúdo, e dentro dele a aba Velocidade do Site.





A incrível fábrica de arrecadação

29 03 2011

Pois olha que eu sou até bem esquerdista! Quem me conhece sabe. Mas tem coisa que me tira do sério na política.

A última (e tem gente que nem sabe, ou não se importou) foi a alteração da IOF sobre as compras no exterior de 2,38% para 6,38%. Isso significa que o governo aumenta sua arrecadação sobre produtos comprados no exterior. Na teoria, para proteger o mercado brasileiro sobre os importados, fortalecendo a produção nacional, reduzindo as importações e aumentando o consumo interno.

Bonito. Na teoria, muito bonito. Na prática, é só um aumento significativo na arrecadação do governo sobre as compras dos importados.

Eu, sinceramente, não conheço ninguém que entre no eBay pra comprar um produto importado se a diferença de valor não for gritante. As pessoas compram no eBay (ou outro site qualquer, ou pessoalmente em outro país) um produto de R$ 500,00 por R$ 150,00. E não vão ser os 4% de aumento no IOF que vão impedir essa compra.

Mas a questão principal que me tira do sério, é o discurso de proteção ao mercado nacional. Proteção contra o que?

Tem alguma empresa brasileira produzindo iPhone e iPad e eu não sabia? Aqui tem produção de equipamento para cirurgias de alta complexidade? Aqui se produz videogames, jogos?

O país não investe em produção de tecnologia internamente, e quer proteger o mercado brasileiro? Que mercado brasileiro é esse que está sendo protegido com o aumento da IOF?

Ainda se esse aumento do imposto representasse um aumento no investimento de produção interna, capacitação das empresas brasileiras, capacitação dos funcionários das empresas brasileiras… seria viável. Seria justo. E eu seria o primeiro a reclamar com os twitteiros anti-PT, que reclamariam de qualquer forma.

Mas pra mim, nesse momento, esse discurso só serve como desculpa para quem não tem idéia da diferença de preço de um produto comprado no exterior em relação ao mesmo produto comprado aqui.

Enquanto isso, a fábrica de arrecadação funciona ativamente. Aposto muito na gestão populista da esquerda, onde (na teoria) o fortalecimento das classes inferiores impulsiona a produção, consumo interno e, naturalmente, o PIB do país. Mas tem furos enormes nesse cofre, e por mais boa vontade e pensamento positivo que eu tenha, não consigo ver uma solução próxima para essas coisas bizarras do Brasil.





Basecamp – Gestão colaborativa de Projetos

28 02 2011

 

Basecamp Gestão de Projetos Colaborativos online

Basecamp é uma ferramenta online que permite a gestão de projetos em equipe de forma colaborativa. Na formatação atual dos mercados, onde equipes gerenciam projetos em ambientes (físicos) distantes, não vi até o momento ferramenta mais adequada, prática e completa.

Diferente dos gestores de projetos tradicionais, o Basecamp não é baseado em gráficos e tabelas, apesar de ter potencial para gerar relatórios de andamento deles por planilhas. Ele é focado comunicação, integração e colaboração através das possibilidades de aproximação virtual das pessoas pela ferramenta.

O Basecamp estrutura cada projeto baseado em quatro níveis de hierarquia: Cliente > Meta > Lista de Tarefas > Tarefas.

Nesta hierarquia, é possível designar responsáveis de cada parte do projeto, e estabelecer prazos para cada uma delas. Por ser uma ferramenta integrada com várias outras, é possível, por exemplo, que o Basecamp cadastre uma tarefa na agenda do Google, envie e-mails de lembretes de tarefas em atraso ou concluídas, entre várias outras possibilidades. Em um e-mail de aviso sobre uma etapa do projeto, por exemplo, é possível fazer um comentário (cadastrado na ferramenta como WriteBoards) na própria resposta do e-mail recebido.

Basecamp - Lembrete por e-mailAviso de meta a ser atendida dentro de alguns dias enviada por e-mail pelo sistema Basecamp

 

O grande diferencial do Basecamp como ferramenta de gestão de projetos é a simplicidade do sistema, que não esconde a robustez das possibilidades a serem atingidas. Tudo é de fácil acesso. O que pode causar um pouco de confusão é justamente a visão completamente diferenciada da gestão de projetos em comparação a ferramentas tradicionais. Dessa forma, quem já está habituado a trabalhar com outras ferramentas pode se atrapalhar um pouco no começo.

Basecamp também é acessível via WAP, sem precisar de nenhum aplicativo para isso. O www normal do site já encaminha acessos via celular a uma página desenvolvida especialmente para eles. O site do Basecamp dispõe de diversos aplicativos complementares a ferramenta, alguns específicos para celulares, outros para complementar a experiência online por computador.

Com suporte para várias línguas, inclusive português do Brasil, Basecamp só não se tornou tão popular no Brasil pela nossa cultura de querer que todas as empresas tenham a mesma cultura Google e disponibilizem pelo menos uma opção free para acesso. Basecamp está longe de ser desconhecido por aqui. Grandes empresas estão utilizando a ferramenta. Mas pequenas e médias ainda resistem, apesar do custo ser baixo. São oferecidos três tipos de pacotes no Basecamp que variam de $ 49,00 a $ 149,00 dólares por mês.

Pelo porte da ferramenta, há quem pense que apenas grandes projetos poderiam utilizar o Basecamp. Grande erro. Na verdade o Basecamp foi concebido para gestão de projetos de desenvolvimento de sites. Independente do tamanho deste projeto.

Ainda desta fase, traz consigo a área de controle de tempo gasto em cada projeto, para que, por exemplo, um freelancer ou pequena empresa possa cobrar por hora/homem ou hora/equipe. Assim, a ferramenta fica disponível para o cliente estar ciente do andamento do seu projeto, e também para um controle do desenvolvedor e do custo envolvido no trabalho.

De pequenos trabalhos envolvendo diferentes pessoas e empresas até grandes projetos envolvendo diversas áreas de clientes, fornecedores, agências, etc, o Basecamp dá conta do recado.

Link para o Basecamp.





30 segredos que os pilotos não contam

14 01 2011

Curiosidade: Profissionais dizem o que não costumam falar dentro de aviões

Matéria original publicada no site da Revista Galileu. Para acessar a matéria original utilize este link.

por: Redação Galileu
Inclui correções ortográficas

Você, que tem arrepios quando o avião decola ou faz chacota com quem tem medo de voar, deveria ler com atenção os segredos que os pilotos de aeronaves não costumam contar para ninguém. E assim, descobrir quando realmente é hora de se preocupar e quando é exagero. A revista Reader’s Digest perguntou a pilotos de diversas empresas aéreas nos Estados Unidos quais as coisas que eles não diriam a seus passageiros.

Em tempos de caos aéreo, os profissionais dão dicas úteis para pessoas de qualquer lugar do mundo que estão pensando em pegar um vôo. Por exemplo, não adianta nada pedir informações sobre o aeroporto a um piloto, eles viajam tanto que quase nunca conhecem os lugares onde estão.

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